Presidente da CBF explica decisão de renovar contrato de Ancelotti: “um ano é muito pouco”
PRESIDENTE DA CBF EXPLICA DECISÃO DE RENOVAR CONTRATO DE ANCELOTTI: "UM ANO É MUITO POUCO"
Samir Xaud afirmou nesta terça-feira que o novo contrato do técnico da seleção brasileira, que será válido até 2030, está por "ajustes burocráticos e jurídicos" para ser formalizado.
Por Raphael Zarko e Ronald Lincoln GE — Rio de Janeiro
O novo contrato de Carlo
Ancelotti com a CBF está “por ajustes burocráticos e jurídicos” para
ser assinado, afirmou nesta terça-feira Samir Xaud, presidente da entidade.
Ancelotti tem acerto encaminhado para ser o treinador da seleção brasileira até
a Copa do Mundo de 2030, como revelou o ge em janeiro.
Em conversa com jornalistas na sede da CBF, no Rio de Janeiro, depois do encontro com Javier Tebas, presidente da La Liga, Samir explicou os motivos que fizeram a diretoria buscar a renovação com o treinador italiano.
“O que nós queremos, é
o que eu sempre falo: nada de imediato, mas, sim, um trabalho de uma
construção, A gente acredita que um ano é muito pouco para desenvolver um
trabalho que deixe frutos e resultados”, disse ele.
– Nós temos a melhor matéria
prima do mundo em relação ao técnico, temos que aproveitar isso, esse tempo
dele aqui no Brasil junto à seleção brasileira. Eu acredito muito no trabalho
que ele vem fazendo na seleção brasileira. Por confiar nisso, a gente iniciou
essa conversa de renovação – completou.
As conversas para a
continuidade do trabalho tiveram início em outubro e avançaram na reta final do
ano, com o aval de Carleto para os termos indicados pela Confederação
Brasileira de Futebol.
Ancelotti já tem o maior salário entre técnico de seleções no mundo, cerca de 10 milhões de euros por ano (R$ 63,4 milhões), e a extensão se dará por condições similares, com ajustes em bonificações por conquistas. O contrato atual prevê ainda um bônus de 5 milhões de euros (R$ 31,7 milhões) caso o Brasil conquiste o Hexa na Copa de 2026.
